sábado, 23 de junho de 2012

Após séries de denúncias jornal local recebe ameaças graves em Paranaguá


Na tarde do último dia 21 por volta dàs 14h22, uma mensagem recebida pelo responsável pelo Diário do Estado, Derick Willi, expressou a revolta e o incômodo que o jornal eletrônico tem gerado para pessoas que de alguma forma manifestam apoio ao pré-candidato a prefeitura de Paranaguá pelo PSDB, Alceu Maron Filho. A ameaça de morte proferida também ao celular de Fabiano Ribeiro de Oliveira, conhecido como Jamanta, chamou a atenção pela maneira direta e “desdenhada” de como foi enviada.
Após receber a ameaça, Derick e Jamanta dirigiram-se imediatamente a delegacia de Paranaguá e ao ministério público, onde relataram o ocorrido. O número de telefone foi exposto levantando a suspeita do registro em nome de laranjas exclusivamente para essa finalidade.
A ameaça ocorre após uma série de publicações feitas pelo Diário do Estado e pelo restante da mídia parnanguara das matérias que envolvem Alceu Maron Filho em escândalos de corrupção, formação de quadrilha e venda de cargos comissionados em troca de apoio político. O site que é o mais visto da cidade se compromete em publicar informações verdadeiras e que de alguma forma contribuam para que a sociedade parnanguara esteja atenta aos últimos acontecimentos na cidade na sede pelo poder.
OUTRAS AMEAÇAS
O Diário do Estado já havia recebido ameaças do mesmo teor por telefone. No dia 16 de fevereiro por volta das 22h00 um número desconhecido entrou em contato informando que “se o Derick não parasse de publicar as informações, nós iríamos calar a sua boca” -  Um caso de coação a imprensa escancarado.
Os últimos acontecimentos envolvendo a imprensa e o grupo de Alceu Maron, dão conta da posição ditatorial exercida pelos membros que através de um blog supostamente do radialista Carlito Rodrigues diariamente tentam atacar a imagem de algum veículo de comunicação ou jornalista da cidade que vincula uma notícia que vai contra os interesses do comitê.
Taxações e histórias são inventadas a modo de manipular a população de Paranaguá que pouco acompanha o blog em questão registrado no nome do filho do advogado de Alceu Maron Filho e secretário do PSDB de Paranaguá, Maurício Vitor Leone, o qual o jornalista responsável pelo Diário do Estado, Derick Willi, já teve desavenças na portaria da Câmara Municipal por conta de outra matéria publicada que revelava a arrogância dos assessores de Alceu junto a imprensa.
Diário do Estado no ar desde abril de 2011, sempre se comprometeu a publicar informações verdadeiras, sejam ela de qualquer político, qualquer pré-candidato de forma imparcial edeterminante, sendo direto nas palavras, sem utilização de meios-termos e acima de tudo com coragem. O medo e a aflição com a repercurssão que o veículo pioneiro nesse sistema de jornalismo popular gera, acaba ocasionando em situações desagradáveis como esta que trazemos a público para mais uma vez mostrar que o Diário do Estado é sim um veículo que construiu sua credibilidade e consolidou seu nome, mesmo com resitências enfrentadas refletidas em vários comentários provenientes até mesmo de alguns colegas de imprensa que há anos exerciam o monopólio nas informações do cenário político local. Confira agora a segunda ameaça de morte recebida pelo responsável do site:
Link matéria:

Prisão revogada garante quórum na convenção do PSDB de Alceuzinho Maron


Prisão revogada garante quórum na convenção do PSDB de Alceuzinho Maron

As últimas informações dão conta que o ex-vereador e presidente do PSB Arnaldo Maranhão teve o mandado de prisão revogado e poderá participar da convenção do PSDB que ocorre amanhã às 10h00 no Clube Seleto em Paranaguá.


Não foi informado se a revogação também se aplica a Anderson Wanderci e Vanderli Cunha do Rosário (Cheiro).
Maranhão poderá vir a integrar a vice da chapa de Alceu Maron Filho que contará com a coligação PSDB, PSD, PSB e PMN.

Arnaldo Maranhão foi vereador e é um dos cogitados para ser vice de Alceu Júnior (PSDB). Eles são acusados de coagir testemunhas no caso de venda de cargos comissionados no Porto de Paranaguá. 

Dois simpatizantes do diretório municipal do PSDB de Paranaguá, Vanderli Cunha do Rosário (Cheiro) e Anderson Wanderci Pinto Barboza, e o presidente do PSB no município Arnaldo Maranhão, tiveram habeas corpus negados na tarde de ontem pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), no mês passado, os três tiveram mandado de prisão expedido por coagir (ameaçar) testemunhas do caso de venda de cargos comissionados no Porto de Paranaguá onde o pré-candidato a prefeito Alceu Maron Filho (PSDB) é apontado como chefe de quadrilha.

O CASO
A denúncia apresentada ao Ministério Público Estadual (MP) aponta que o PSL (Partido Social Liberal), em troca do apoio ao PSDB na eleição deste ano, “ganhou” o direito de indicar nomes para cargos comissionados no Porto de Pa­­ra­­­naguá. E que “vendeu” ao me­­nos uma dessas vagas. O denunciante – um comerciante da cidade – alega que pagou pelo cargo R$ 22 mil, em três parcelas, ao presidente do diretório municipal do PSL em Paranaguá, Ênio Campos Silva. Ele diz que o dinheiro foi depositado na conta bancária de Silva.

Na época, o Jornal Gazeta do Povo ouviu o autor da denúncia, que pediu para não ter seu nome revelado. Ele relata que foi procurado pelo presidente do PSL em junho do ano passado, com uma proposta para ocupar um cargo comissionado na Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Para a suposta indicação ao cargo, ele teria que depositar inicialmente o valor de R$ 8 mil, que seria repassado ao PSL, segundo as gravações. Segundo os comprovantes bancários, o valor solicitado foi depositado na conta que o presidente da legenda mantém na agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no centro de Paranaguá. Silva teria solicitado mais dois depósitos, um de R$ 2 mil em setembro de 2011 e outro de R$ 12 mil em janeiro deste ano, para providenciar o requerimento com a indicação.

No início de fevereiro, após ter pago os valores e desconfiado de que não seria nomeado, o denunciante passou a procurar Silva para saber o que havia ocorrido. O presidente do PSL teria dito então que os cargos estavam à disposição do advogado Alceu Maron Filho. De acordo com o denunciante, Silva chegou a convidá-lo para participar de uma reunião com o pré-candidato para tratar da nomeação.

O autor das denúncias não aceitou o convite e solicitou a devolução do dinheiro. “Peguei até dinheiro emprestado de minha esposa para isso. Era meu sonho”, disse ele entre lágrimas, justificando o pagamento do “pedágio”. Sem receber o dinheiro de volta, o denunciante resolveu denunciar o caso.

MANDADOS DE PRISÃO

No dia 10 de maio, a Polícia Federal foi até a sede do PSDB no município cumprir mandado de prisão contra Vanderli Cunha do Rosário (Cheiro) e em seguida até o Porto de Paranaguá contra Anderson Wanderci. Arnaldo Maranhão esteve foragido até a concessão do habeas corpus e acabou não sendo preso.

Vanderli e Anderson foram soltos mediante a pagamento de fiança estipulada em 10 salários mínimos, cerca de 6 mil reais, fato que chamou atenção pela rapidez da realização da mesma.

HABEAS CORPUS NEGADO
Ontem a tarde, entre 17h00 e 17h10, o julgamento da situação em segunda instância no Tribunal de Justiça do estado por três desembargadores, denegou com unanimidade o habeas corpous que garantia a liberdade dos três, sendo assim, nas próximas horas eles devem ser consideramos mais uma vez, foragidos da polícia.

Por Diário do Estado

Link matéria:

http://noticias.diariodoestado.com/alceu-maron-com-mais-um-pepino-nas-maos/

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PSDB de Alceuzinho Maron perde o PR em Paranaguá


Lembra do Jamanta, o presidente destituído do PR que denunciou a troca de cargos no Porto de Paranaguá por apoio político?
Pois bem, o partido voltou ao comando de Fabiano Ribeiro Oliveira – o próprio Jamanta.
Se antes o arranjo era para o PR coligar-se com o PSDB de Alceu Maron, o Alceuzinho, agora a conversa de Jamanta é com o PT de André Pioli.
Ao pré-candidato tucano, por enquanto, sobrou o PSD, PSB e PMN.
É bom frisar que em Paranaguá tem horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê.
(fonte blog do Esmael)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

DENÚNCIA ENVOLVENDO A DEMISSÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA CAGEPAR

Envolvendo a demissão dos funcionários da Companhia de Águas e Esgoto de Paranaguá – CAGEPAR, de maneira ilegal, imoral e injusta. Foram quase quarenta funcionários concursados demitidos, ou seja, todo o quadro funcional, tanto da área operacional quanto administrativa.

A Cagepar, é uma empresa pública, funciona como economia mista, sendo que quase 98% das ações pertence à Prefeitura Municipal de Paranaguá, o restante é composto de pessoas físicas que moram na cidade e outros que se mudaram para Curitiba. Assim como a Petrobrás por exemplo, é o prefeito quem nomeia os diretores (Diretor Presidente, Financeiro e Operacional), e quando envolve contratação de funcionários, é aberto concurso público.

A Cagepar, é quem detém a concessão do abastecimento de água na cidade de Paranaguá. Concessão essa que foi repassada, ou sub-concessionada para a C.A.B. – Águas de Paranaguá (empresa privada). A C.A.B. se instalou na cidade em 1997, apenas como Águas de Paranaguá, pois pertencia a outro grupo privado, atualmente pertence ao Grupo Galvão, que comprou a Águas em 2008 e acrescentou na sua denominação o termo CAB. A Câmara Municipal de Vereadores da cidade na época votou a favor de que se abrisse licitação para que uma outra empresa cuidasse do abastecimento da cidade. A Águas de Paranaguá foi a vencedora. O curioso é que a SANEPAR, empresa pública estadual que está em todo o estado do Paraná e que presta um serviço comprovadamente superior, não ganhou a licitação. O mais curioso ainda, é que a Águas de Paranaguá entrou com um capital de giro em torno de R$ 100.000,00, valor irrisório até para a época. Capital esse engordado com dinheiro público vindo de Brasília para a Prefeitura e repassado para a Águas. As empresas que competiram com a Águas de Paranaguá na licitação, eram empresas que pertenciam ao Grupo ou eram parceiras comerciais. O vereador que coordenou esse processo licitatório, foi o senhor Ogarito Linhares. O prefeito na época, era o senhor Carlos Antonio Tortato, e o Diretor Presidente, era o senhor Edson Pedro da Veiga. A CAGEPAR na época, havia crescido na sua gestão, chegando a mais de 200 funcionários, ficando valorizada. Mas de maneira inexplicável por volta de 1995, foi aberto processo licitatório para uma sub-concessão. Quase todos os funcionários foram demitidos, apenas uns poucos foram absorvidos pela Águas, sendo que pouco tempo depois foram demitidos. Na época, a Águas de Paranaguá quis e exigiu que cuidaria apenas do abastecimento da cidade, as áreas rurais envolvendo o Distrito de Alexandra e a Ilha do Mel ficaram com a CAGEPAR com um grupo de apenas oito funcionários incluindo operacionais e administrativos, empresa essa que funcionou quase falida. E assim foi até 2004, quando um outro prefeito foi eleito, o senhor José Baka Filho, ou conhecido apenas como “Baka”. O Diretor Presidente nomeado, foi novamente o senhor Edson Pedro da Veiga.

Foi aberto concurso público em 2006, onde o quadro aumentou para 15 funcionários e em 2008 foi aberto outro concurso público, chegando a quase 40 funcionários ao todo. A empresa cresceu, foram construídos E.T.A.’s (Estação de Tratamento de Água) em Alexandra e Ilha do Mel, dinheiro esse que veio da FUNASA, o custo dessas ETAs foram por volta de R$ 3.000.000,00 cada uma, o custo diário dessas Estações, chegam a R$ 70.000,00, foram construídas três, uma em Alexandra e as outras duas, na Ilha do Mel, dívidas foram pagas (como Copel e ações trabalhistas). O senhor Edson Pedro da Veiga, sempre passou para os funcionários que a empresa “estava” ficando segura e que a grande preocupação dele, era que se viesse uma outra gestão da prefeitura com um outro diretor, a CAGEPAR acabasse, mas não foi preciso isso, pois no dia 1º de novembro de 2011 inexplicavelmente em regime de urgência, a Câmara Municipal de Vereadores de  Paranaguá votou por seis votos a favor, três contra e uma abstenção, autorizando a Prefeitura de Paranaguá a repassar 100% da concessão dos serviços de água e esgoto (Ilha do Mel e Alexandra) para a CAB – Águas de Paranaguá, como um aditivo contratual, conforme justificam atualização da Lei Municipal 2.000/1997 sem abrir uma nova licitação, já que a jurisdição da CAB limitava-se apenas a área urbana da cidade. A coincidência das coincidências, é que é o mesmo Diretor Presidente que estava em 1997 quando a Águas de Paranaguá assumiu o abastecimento, o senhor Edson Pedro da Veiga.

Os vereadores que votaram a favor do controle total da CAB foram: José da Costa Leite Junior (DEM), Sandra Luzia Lopes dos Santos Souza, “Sandra do Dorinho” (PP), Pastor Cleodinor da Costa (PP), João Mendes Filho (PMDB), Edson Augusto da Silva Junior, o Neco (PTC) e Antonio Ricardo dos Santos (PP). Os votos contra: Marcus Antonio Elias Roque (PMDB), Eduardo Francisco de Oliveira (PSDB) e Rafael Gutierres Junior, “Rafinha” (PR).

O presidente da Câmara de Vereadores, o senhor Jozias de Oliveira Ramos (PDT) apresentou uma emenda junto com os vereadores que votaram a favor para a equiparação na cobrança dos serviços de abastecimento.

Quando isso foi aprovado, o senhor Edson Pedro da Veiga pediu demissão do cargo de Diretor Presidente, alegando ser contra esse novo processo de aquisição da CAB. Quando questionado pelos funcionários se ele sabia disso tudo e da demissão dos mesmos, o próprio (pasme!!!!) disse que não sabia de nada. Mesmo sendo o diretor da empresa, nomeado pelo prefeito para o cargo, se reunindo semanalmente com o secretariado e o prefeito, trabalhando na função à quase oito anos, sendo “homem de confiança” do prefeito como tesoureiro das duas campanhas que o elegeram, negou qualquer conhecimento. Teve em todo o momento, uma conduta surpreendentemente passiva, em nenhum momento demonstrou indignação. O curioso, é que quando ele saiu da CAGEPAR, sempre foi visto na CAB, ou antes disso, em festas ou churrascadas da empresa, algo que pode ser comprovado pelos funcionários da CAB. O mais curioso ainda, é que a Cagepar já era um órgão fiscalizador da CAB (Fiscalizador e Fiscalizado juntos num nível que beira a amizade). A questão que fica é, como que um órgão fiscalizador, terá autoridade para cobrar do fiscalizado qualquer irregularidade que ocorra, como por exemplo, ter apenas 5% de esgoto instalado na cidade sendo que no contrato antigo, a CAB teria que cobrir a cidade (sem Alexandra e Ilha do Mel) em 100% de esgoto até 2015?

O acordo que a CAGEPAR e a Prefeitura de Paranaguá fizeram com a CAB, era que os funcionários demitidos seriam absorvidos pela CAB e ficariam nessa empresa por 18 meses até que pudessem encontrar um novo serviço. Os direitos de concursado desses funcionários foram desconsiderados, enquanto a atual gestão da Prefeitura, detém hoje cerca de 1.600 pessoas nomeadas que trabalham e recebem na Prefeitura e suas secretarias e o Porto de Paranaguá emprega ilegalmente funcionários sem concurso público, conforme noticiado na imprensa. Ao adquirir Alexandra e Ilha do Mel, como responsável pelo abastecimento, a CAB também adquiriu totalmente de graça, as ETAs, que ao todo chegam a R$ 9.000.000,00 e toda a estrutura deixada pela CAGEPAR, sem efetuar qualquer pagamento a prefeitura.

Em ATA, numa reunião recente junto com os conselheiros, foi decidido que os funcionários do administrativo não seriam demitidos, que seriam treinados para se transformarem numa espécie de agentes fiscalizadores. Mas segundo o senhor Nicolau Obladen, o atual Diretor da Cagepar, ela se transformaria num órgão regulador e fiscalizador da CAB e que os cargos dos administrativos seriam extintos, por isso, o motivo das demissões. O curioso é que os cargos dos diretores financeiro e operacional serão extintos, mas esses mesmo não serão demitidos. O mais curioso ainda que o repasse dos R$ 180.000,00 seria suficiente para pagar os funcionários que restaram com sobras e até poderia se dar um aumento salarial significativo. O próprio prefeito prometeu em cerca de quatro ocasiões para vários funcionários do administrativo que estes não seriam demitidos, algo que não foi cumprido.

O que se nota nisso tudo é que falta vontade política para ajudar esses funcionários que foram legitimamente lesados e desconsiderados pelo poder público. A imprensa desde 1997 não tem conhecimento dessas informações. O Ministério Público, apesar de determinar que o contrato de água e esgoto entre a Prefeitura e a CAB serem ilegais, ainda não tem força política para interditar isso. O próprio prefeito, poderia pedir para a Câmara Municipal de Vereadores, como Medida Provisória por exemplo, que a própria prefeitura pudesse ter o direito de absorver esses quase 40 funcionários da CAGEPAR, impedindo que fossem para a “rua”.

O Ministério Público detém mais informações envolvendo todo esse processo ilegal com CAB, e a Lei de Acesso à Informação aprovada pela Presidenta Dilma Roussef recentemente, poderá ajudar a obter documentos como: contratos, licitações e atas envolvendo, CAB, CAGEPAR, Câmara Municipal de Vereadores e a Prefeitura Municipal de Paranaguá. Mesmo antes de tudo isso, se essas autoridades, como: Prefeitos tanto do ano de 1997 (Carlos Antonio Tortato), Jose Baka Filho, Diretores da Cagepar (Edson Pedro da Veiga) e os vereadores que votaram a favor (José da Costa Leite Junior (DEM), Sandra Luzia Lopes dos Santos Souza, “Sandra do Dorinho” (PP), Pastor Cleodinor da Costa (PP), João Mendes Filho (PMDB), Edson Augusto da Silva Junior, o Neco (PTC) e Antonio Ricardo dos Santos (PP)) puderem se explicar em entrevista todo esse processo e o porque desse apoio comprovadamente ilegal, irá ajudara muito a esclarecer essa situação “imoral” e obscura que afetou quase quarenta famílias e a própria população da cidade.

A pergunta que fica, é que, todos os prefeitos que se elegeram depois de 1997 (Carlos Antonio Tortato, Mario Roque, Jose Baka Filho), sempre se comprometeram antes das eleições a resolver essas questões, mas curiosamente, depois que tomaram posse, o assunto foi esquecido.

Link Ação no Ministério Público:
http://fcpai.blogspot.com.br/2011/11/acao-do-ministerio-publico-contra-aguas.html

Carta denúncia publicada na íntegra

Revista Veja: Luciano Ducci, aliado do PSDB é o “Rei do Gado”


Premiado como exemplo de gestor, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, será investigado por aumento suspeito de patrimônio. O médico Luciano Ducci, prefeito de Curitiba desde 2010, é considerado um administrador exemplar. Ducci e sua mulher, Marry, recebem juntos pouco mais de 20.000 reais por mês. Mesmo assim, o casal conseguiu acumular nos últimos anos um patrimônio avaliado em mais de 30 milhões de reais e que inclui dois apartamentos, duas fazendas, gado e oito terrenos. Tamanho êxito chamou a atenção do Ministério Público do Paraná, que, nesta semana, abrirá um inquérito para investigar o crescimento patrimonial da família.

Luciano e Marry são médicos e servidores da Secretaria Municipal de Saúde desde a década de 80. Em 2002, ele entrou para a política ao eleger-se deputado estadual. Dois anos depois, foi eleito vice-prefeito na chapa de Beto Richa, do PSDB. A parceria se repetiu em 2008, quando a dupla foi reeleita. Naquele ano, o casal Ducci tinha um patrimônio de 1 milhão de reais. Em março de 2010, quando Richa deixou o cargo para se candidatar ao governo, Ducci assumiu a prefeitura. Meses depois, em dezembro, deu seu grande salto patrimonial. Numa guinada radical, o casal Ducci mudou a função social da sua clínica médica, transformando-a numa empresa agropecuária. O prefeito e a primeira-dama passaram a investir na compra de imóveis em Curitiba e de terras e gado em Mato Grosso. Com propósitos que serão investigados pelo MP, os bens foram colocados em nome dos filhos, que transferiram seu usufruto para os pais.

Hoje, Ducci e a mulher têm dois apartamentos em Curitiba avaliados em mais de 6 milhões de reais, 30 milhões de reais em terras e mais de uma centena de bois. A cobertura onde o casal mora tem 1.000 metros quadrados e fica no bairro Batel, o mais valorizado de Curitiba. Avaliado em 5 milhões de reais, o imóvel foi adquirido pela empresa dos Ducci por 1,5 milhão de reais, vendido a seus filhos um ano depois e devolvido em seguida para o casal por meio de uma procuração de usufruto definitivo.

Outra situação que o prefeito terá de explicar ao MP diz respeito ao capataz de uma de suas fazendas, Cícero Paulino. Por três anos, ele recebeu 6.000 reais como funcionário da prefeitura de Curitiba, mesmo trabalhando a 1.200 quilômetros de distância, em Mato Grosso.

No site da Fazenda Roda Viva, Paulino aparece como responsável pela administração. Por esse tipo de “gestão inovadora”, o prefeito Ducci certamente não receberá nenhum prêmio. Ducci alega que a família da mulher é rica e sempre teve terras no Paraná. Mas não estabelece relação entre as propriedades da família dela e os bens adquiridos pelo casal.

Link matéria:
http://bandab.pron.com.br/jornalismo/politica/revista-veja-questiona-patrimonio-de-luciano-ducci-39204/

Por Otávio Cabral

sábado, 16 de junho de 2012

Time de Alceuzinho Maron volta à prisão em Paranaguá



A semana foi de péssimas noticias para o tucanato nativo. Quando esperavam que o escândalo de Paranaguá estivesse esquecido e se esforçavam para ressuscitar a candidatura de Alceuzinho Maron para prefeito, veio a nova bomba. O Tribunal de Justiça do Paraná revogou, por unanimidade, o Habeas Corpus para os envolvidos nos escândalos de corrupção no Porto de Paranaguá que foram presos pela Polícia Federal no último dia 9 de maio. Dois são membros do diretório municipal do PSDB de Paranaguá, diretamente ligados ao candidato tucano Alceuzinho Maron. Voltam para a cadeia e para noticiário: Vanderli Cunha do Rosário e Anderson Wanderci Pinto Barboza. E também o presidente do PSB, Arnaldo Maranhão, que também apóia Maron.


O TJ atendeu ao pedido do Ministério Público que investiga ameaça e tentativa de suborno de testemunhas do inquérito sobre a troca de cargos comissionados no Porto por apoio político para as eleições deste ano e a arrecadação ilegal de recursos para financiamento de campanha eleitoral na cidade.


O MP aponta o pré-candidato à prefeitura de Paranaguá Alceu Maron Filho (PSDB), o Alceuzinho Maron, como responsável pelo comando de todas as operações irregulares. Ele teria prometido aos envolvidos que influenciaria seu primo Airton Maron – ex-superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) – para conseguir cargos comissionados.


Por Fabio Campana


Link matéria
http://www.fabiocampana.com.br/2012/06/time-de-alceuzinho-maron-volta-a-prisao-em-paranagua/

Jornalista da TVCI é coagida e ameaçada no escritório do PSDB em Paranaguá






A jornalista Andressa Urbick foi impedida de cumprir o exercício da sua profissão hoje (15) sendo coagida e desrespeitada no Comitê do Alceuzinho Maron (PSDB) em Paranaguá pelo filiado e recém chegado radialista, Nello Roy Morlotti. O mesmo envolvido no escândalo de desvio de verbas para veículos de comunicação na Câmara Municipal de Curitiba, quando servidor do gabinete do vereador Algaci Túlio.


Nello Morlotti, também prestava serviços publicitários para a Câmara. Nello é dono da Holden Serviços Técnicos e foi funcionário do vereador de janeiro de 2009 a maio de 2010. Uma das notas fiscais apresentadas pela Holden de Nello em julho de 2009 faz referência à publicação de uma reportagem no blog do próprio vereador. A Holden recebeu ao menos R$ 4 mil da Câmara – o total de pagamentos pode ser maior porque a reportagem teve acesso a documentos que representam apenas R$ 2 milhões dos R$ 34 milhões gastos pela Câmara com publicidade entre 2006 e 2011.

Veja matéria completa na Gazeta do Povo:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/vereadores/conteudo.phtml?id=1248223

Algaci Tulio admite que comprou notas:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/vereadores/conteudo.phtml?id=1248224